Minha memória emotiva é a perdição de minh'alma!
( A Dama de Vermelho; Desejei
Seus lábios... vermelhos ).
Ah, minh'alma é a perdição de meu coração!
Minha perdição.
Minha,
Só minha,
Perdição Vermelha.
Passei por ela na escada:
"Olá!" ( um "olá" bem tímido ).
Um, "olá" de retorno,
Com um sorriso de lábios vermelhos ( hipnotizantes ).
Lembro fotograficamente tua pálida mão estendida - Dama de Vermelho.
Quase derreti todo
Este coração-mole.
A Dama de Vermelho
Na ocasião vermelha,
É só um vermelho sonho.
Lembrança vermelha;
Gelada que às vezes derrete de vermelha.
( Meu sangue é vermelho ).
( Meu coração é vermelho ).
Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às
8:19 AM
15.6.04
SINTO-ME UM RATO.
Um rato...
Por de mais acostumado a choques no laboratório.
Já nem se importa mais.
Os sonhos!?
Todos inúteis.
Todos absolutamente fúteis
( Fico feliz em saber que o mais que um mal pode durar é a vida toda ).
Todos os esforços
No fim darão em nada.
Estou farto!
È madrugada,
Minha cabeça dói
( Quero morrer(?) ).
Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às
11:51 AM
11.6.04
Quem é livre?
Livre de si.
Quem é liberto por si?
Aquele que do existir está livre (?).
Mas também preso está na enexistência.
Deus está livre?
Se existir: está preso em si,
Em sua essência.
Loucura:
Humanos todos presos a sua época e cultura.
Sim, presos a nossos pensamentos e sombras.
E no final,
Que não é mal (?),
Somos disso tudo sobras.
( Francisco Maximiano da Silva )
*Nota: Acho que estou perdendo o jeito prá coisa.
Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às
10:29 AM